Simulado 2017

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A avaliação é um processo que ocorre durante todo o tempo. Em cada atividade proposta é possível perceber o envolvimento e desenvolvimento do(a) estudante, o quanto já caminhou e o que ainda precisa conquistar.

Nesta semana, realizamos o primeiro simulado do ano, que teve como modelo o vestibular da UERJ. Acreditamos que os simulados são mais um momento formal de avaliação do processo ensino-aprendizagem e, além disso, permitem que os(as) estudantes experimentem os modelos utilizados pelas universidades em seus vestibulares.

 

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Nossa História

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Oga Mitá, a “Casa da Criança”, nasceu em 1978. E nesses quase 40 anos ainda nos surpreendemos e comemoramos muito cada passo, cada conquista. Como uma criança que descobre o mundo.

Cronologia

Fevereiro de 1978 – Abertura da escola com turmas de Educação Infantil, na casa da rua Sá Viana, no 20, Grajaú.

1979 – Criação do CERENO (Centro de Estudos da Região Norte) e em que a AMGRA (Associação dos Moradores do Grajaú) passou a se reunir no espaço da escola.

Desde 1979 – Pais e professores passaram a participar da gestão da escola.

1982 – Lançamento do LP “Enquanto houver criança”, de Mauro Menezes e Paulo Romário, copatrocinado pela escola.

1983 – Coprodução do espetáculo “Ou Isto ou Aquilo”, apresentado pelo grupo Hombu.

1984 – Abertura de turmas até a 4ª série do Ensino Fundamental, quando foi inaugurada a casa da rua Maxwell, no194, Vila Isabel.

1986 – Construção da biblioteca "Quincas", na Maxwell.

1987 – Início do projeto de informática educacional, com a utilização do projeto Logo.

De 1994-1998 – Funcionamento da Escola de Professores, criada em parceria com outras instituições, um espaço voltado para a formação regular e  atualização de professores.

1998 – Ampliação do trabalho pedagógico até a 8ª série do Ensino Fundamental na casa da rua Conde de Bonfim, no610. 

1999 – Inauguração da biblioteca Conde Quincas.

2001 – Lançamento do vídeo “Condutores(as) de Memória”, uma das ações vinculadas à participação na Agenda Social.

2002 – Início do projeto Curumim, que atendia a alunos das escolas municipais das redondezas.

2003 – Realização da festa-baile no Tijuca Tênis Clube em comemoração aos 25 anos da escola.

2006 – O Ensino Fundamental II mudou-se para a casa da rua Pontes Correia, no 137.

2007 – Foi instituída a proposta pedagógica de meio turno para o Ensino Fundamental II, com a opção de permanência no horário integral. 

2010 – O Ensino Fundamental II voltou para a rua Conde de Bonfim, agora no número 1.305.

2012 – Inauguração do Ensino Médio na unidade da Conde de Bonfim, 1.305 (Alto Bonfim).

2012 – Publicação do livro “Educar  exige-nos”.

2013 – Realização dos Seminários Oga Mitá, em comemoração aos 35 anos da escola.

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2016 – As turmas do Ensino Fundamental I passaram a ocupar a casa do Baixo Bonfim, assim apelidada porque se localiza na parte baixa do terreno da Conde de Bonfim, 1.305.

            Hoje podemos afirmar que o sonho de atender nossos filhos, nossas filhas e estudantes em um projeto que envolve todos os segmentos da Educação Básica, incorporando os princípios e os valores da educação que vimos desenvolvendo nessas tantas décadas de vida, é uma realidade!

 

A Casa da Criança

Mais do que um simples nome, Oga Mitá é um conceito em que cada indivíduo é plenamente reconhecido como verdadeiramente único em todas as suas dimensões.

 

Na época da fundação da Oga Mitá, as escolas optavam por nomes estrangeiros, ou os famosos Tia Fulana e nomes no diminutivo. Mas os fundadores da escola o escolheram a partir de um posicionamento político-pedagógico: o resgate à nossa história, à nossa cultura e o respeito às diferenças étnicas, de gênero, de valores e socioculturais. Por isso, fizeram uma pesquisa no “Dicionário Guarani Português”, de Luíz Caldas Tibiriçá, encontrado na casa do avô de um deles, e optaram por “Oga Mitá”, que significa "Casa da Criança".

 

Nomeação das turmas

Nossas turmas têm nomes em vez de números de referência. Saiba o porquê dessa escolha e como se dá o ritual de nomeação, que une os estudantes mais velhos aos mais novos.

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No começo, as turmas eram chamadas de maternal, jardim etc., até que surgiu, entre os professores, a ideia de nomeá-las com nomes de povos indígenas brasileiros em vez de números de referência.

Optamos por esse processo de nomeação das turmas porque valorizamos as etnias que constituem nosso povo brasileiro, bem como a forma como se organizam e vivenciam relações cooperativas e respeitosas. É, ainda, uma forma de reconhecer cada indivíduo como único, de ampliar e fortalecer o sentido de comunidade e construir identidades, pois o nome escolhido acompanha a turma durante todo o processo de construção de sua história na Oga Mitá.

A partir de determinada época, esses nomes passaram a ser escolhidos pelos estudantes. A cada ano, a turma que está saindo da escola pesquisa, vota e escolhe o nome que identificará as crianças mais novas. Esse ritual de nomeação une os estudantes mais velhos aos mais novos, e nossa história deixa de ser linear e sequencial para se tornar cíclica, como a mandala que nos simboliza.

Conheça adiante todas as turmas que passaram pela Oga Mitá.

  1. AIKANÃ
  2. AMANAYÉ
  3. APINAGÉS
  4. APURINÃ
  5. ARARA
  6. ARAWETÉ
  7. ARUÁ
  8. ASHANINKA
  9. ASURINI
  10. AVÁ-CANOEIRO
  11. AWETI
  12. BOROROS
  13. CAETÉS
  14. CARAJÁS
  15. CRAHÓ
  16. CUIATÃ
  17. ÉRAMOS SEIS (Foi a 1ª turma de 8ª série, formada com estudantes de fora que ingressaram no recém-inaugurado segmento do Fundamental II, por isso não houve escolha de nome; eles próprios se nomearam.)
  18. FULNI-Ô
  19. GAVIÃO
  20. GUAJAJARAS
  21. IANOMAMI
  22. KAAPOR
  23. KAIAPÓ
  24. KAIMBÉ
  25. KAMAIURÁ
  26. KAXINAWÁ
  27. KAYABI
  28. KRENAK
  29. MATIS
  30. MYNKY
  31. NAMBIKWÁRA
  32. PARECIS
  33. PARINTINTINS
  34. PATAXÓ-HÃE-HÃE-HÃE
  35. PATAXÓS
  36. POTIGUARA
  37. POTIGUARA ORÉ
  38. POYANAWÁ
  39. SURUÍ-PAITER
  40. SUYÁ
  41.  SUYÁ ETÉ
  42. SUYÁ GUARINI
  43. TABAJARAS
  44. TAMOIO
  45. TAPAJÓS
  46. TERENA
  47. TIMBIRAS
  48. TIRIÓ
  49. TIUÍ
  50. TSAWIDI
  51. TUKANO
  52. TUCUNA
  53. TUCUNA ORÉ
  54. TUPINIQUIM
  55. TXUCARRAMÃE
  56. UANANA
  57. URU EU-WAU-WAU
  58. WAIÃPI
  59. WAIMIRI ATROARY
  60. WAIWAI
  61. WAIWAIMIRI
  62. XAVANTES
  63. XICRINS
  64. XICRINS ORÉ
  65. XIMININS
  66. YAWALAPITI
  67. ZO’É


O significado da nossa mandala

 

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A mandala é uma forma de representação presente em praticamente todas as culturas, as quais lhe atribuem diferentes significados. Veja o que representa para nós.

A forma circular representa a unidade e a integração com o outro; a espiral traz o movimento, a consciência de que a mudança é constante na vida; e as pontas irregulares ilustram a convivência com a diversidade.

Nossa mandala expressa, então, a escola que tem o ontem como parâmetro, o hoje como chão e o futuro como desejo, sempre em marcha, que diz sim à vida.