• Publicado: Segunda, 19 Outubro 2015 02:42
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História da Biblioteca

Alguns ousados professores desta escola pensaram, um dia, em aproximar todos os alunos da literatura. Havia poucos espaços disponíveis, mas a vontade era muito grande de transformar esse pensamento em uma realidade concreta. Assim, eles se instalaram em um espaço de 3m X 2m. E não era um espaço qualquer. Era um banheiro!

No início, as crianças iam em duplas fazer seus empréstimos e devoluções. Mas, desde aquela época, já existia o desejo de se ter um acervo com o qual os alunos pudessem contar para fazer suas escolhas com liberdade, para depois ler livros sem o compromisso de fazer alguma tarefa orientada.

A biblioteca foi crescendo e precisava de um nome. Então, ele foi escolhido em um processo democrático, envolvendo toda a comunidade escolar. Assim se homenageou Joaquim da Silva - Quincas, o primeiro funcionário da escola. Ele não sabia ler, mas compreendia a função social da língua escrita. Foi dele a ideia de pendurarmos uma placa "Em breve, escola", na casa da Rua Sá Viana, onde começou nossa história. Provavelmente a Oga Mitá é a primeira escola cujo nome da biblioteca seja uma homenagem a uma pessoa que nela não entraria.

A biblioteca continuou crescendo, no seu acervo, em suas ações e no espaço, pois foi inaugurada a casa da Maxwell. E, em 1999, com a ampliação da escola para o segmento de 5ª a 8ª séries, foi inaugurada mais uma seção, a Conde Quincas, que funciona na Conde de Bonfim. Seguindo a ideia de que a escola é uma só, apesar de estar em duas casas, o nome da biblioteca permaneceu Quincas. Mas para diferenciar a nova seção, "promovemos" o Quincas a Conde, em uma licença poética. Portanto, a Biblioteca chama-se Quincas, na Maxwell, e Conde Quincas, na Conde de Bonfim.

Valorizamos a biblioteca como um espaço de mediação e de produção de sentido para nossas vidas, por isso ela procura estimular o olhar estético, crítico e poético de todos que circulam pela escola, por meio da criação de um ambiente cultural e artístico. Acreditamos que, pela via da sensibilidade, podemos afetar as pessoas e contribuir para uma visão/vivência da pluralidade.